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Lançamento CDIGITAL: Módulo Integrador para Inscrições Online

A CDigital acaba de lançar o seu novo produto para o mercado de inscrições online para corridas de rua, natação e ciclismo, confira o mesmoa seguir:

28/10 – CORRIDA DA POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL 2012

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Sites de compras coletivas viram “vitrine na web” de empresas; entenda como funcionam

Em apenas 24 horas, Camilla, proprietária de um salão de estética, ganhou 824 novas clientes. Daniel dobrou a frequência da clientela no seu restaurante mexicano. Vasco atraiu uma “rapaziada jovem” para sua pista de kart. Além deles, outros empresários estão descobrindo que os sites de compras coletivas, numa mistura de “superdesconto” e boca a boca na internet, viraram uma estratégia arrebatadora para divulgarem seus produtos e serviços.

O sistema é simples: ofertas com descontos que quase sempre ultrapassam 50% do preço original ficam 24 horas disponíveis para a compra online. Previamente, é acertado com o site um número mínimo e outro máximo de compradores, além da data de validade para uso do “cupom eletrônico” correspondente ao produto ou serviço. O site retém uma taxa sobre o valor arrecadado com as ofertas, que varia entre 30 a 50%.

O resultado, conforme revelam empresas consultadas pelo UOL Tecnologia, é surpreendente. Mas é preciso levar em conta que a novidade não é milagrosa sem uma boa estrutura e organização de quem oferece o “superdesconto”.

“É empolgante”, afirma Camilla Gartenkraut, dona do Maria Bonita Spa, em São Paulo. Com uma única oferta de um serviço de massagem no Peixe Urbano, o salão conseguiu 824 compradores. “Se eu conseguir fidelizar 10% de clientes desse total, já está bom”, comemora a empresária. Para ela, a grande vantagem dos sites de compras coletivas é a propaganda – tanto a online que acontece no site como a feita posteriormente pelas clientes que usam o serviço. “Muitas das clientes que vem para fazer a massagem acabam trazendo uma amiga ou voltam ao salão para utilizar outros serviços”, explica.

“O retorno financeiro é atraente, mas o melhor é atingir clientes que não conheciam nosso estabelecimento, principalmente o público jovem”, destaca Vasco Sizeni, gerente administrativo da Kart In, a maior pista coberta de kart do país. A oferta feita no site Click On teve 2.500 compradores. Outro ponto positivo, segundo Sizeni, foi a possibilidade de atrelar as ofertas a dias de menor movimento da pista, evitando sobrecarga de clientes.

Dicas das empresas

“A preocupação em seguida é o lado operacional. Precisamos marcar as reservas, organizar a demanda para não atrapalhar os clientes que frequentam normalmente o estabelecimento”, adverte Daniel Peneluppi

Daniel Peneluppi, sócio-proprietário do Tollocos, restaurante mexicano em São Paulo, anunciou no Peixe Urbano uma oferta de rodízio por R$ 12. A procura foi muito além do que era esperado e chegou a passar do valor máximo estipulado de compradores. “A preocupação em seguida é o lado operacional. Precisamos marcar as reservas, organizar a demanda para não atrapalhar os clientes que frequentam normalmente o estabelecimento”, adverte.

Diante do grande volume de clientes que surgem em apenas 24 horas, é preciso tomar alguns cuidados.

Antes de entrar na onda dos sites de compras coletivas, as empresas precisam “estar cientes de que é preciso ter uma boa infraestrutura e encarar as ofertas como investimento”, avisa Peneluppi. “Se não tiver estrutura, a empresa pode ganhar um rombo.”

Camilla, que considera a febre das compras coletivas “passageira”, reforça o conselho. “Você tem que atender muito bem todos eles e ter estrutura. É preciso lembrar que é seu nome que está em jogo”, explica.

Já para Sizeni, do Kart In, é necessário que o produto da empresa seja diferenciado e que ela não se iluda com a ideia de que “é fácil vender”. “Além disso, é bom ter cuidado com empresas aventureiras, que estão aproveitando a onda dos sites de compras coletivas para oferecer serviço online ‘semelhante’.”

  • ReproduçãoSites de compras coletivas oferecem descontos altos, como no caso desse restaurante japonês

Fonte: http://tecnologia.uol.com.br

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Dica: 20 segredos do Google Docs

 

Se você não deu uma olhada no Google Docs recentemente, agora é uma bom momento para fazer isso. O pacote de produtividade, que roda inteiramente dentro de uma janela do navegador, acabou se tornando (apesar de lentamente) um conjunto de ferramentas extremamente útil.

Por isso, vasculhamos a fundo o Google Docs e separamos 20 dicas para facilitar o trabalho com alguns recursos menos óbvios no processador de texto, planilhas e no software de apresentação de slides – além de algumas informações rápidas sobre o Gmail também. Mostramos desde como editar de fotos em determinadas partes do documento até como trabalhar com diversas moedas em uma tabela. Também vamos mostrar algumas maneiras de utilizar a nova a página inicial de organização de documentos e maximizar o espaço de edição.


1. Pesquise no Google Docs e no Gmail ao mesmo tempo

Não seria ótimo poder pesquisar tanto no serviço de e-mail quanto nos documentos do Docs ao mesmo tempo? Felizmente, o Gmail Labs criou uma maneira para fazer isso; para chegar ao Labs, vá em Configurações no canto direito superior da tela do Gmail e clique no link Labs.

Role a tela até encontrar um item chamado Pesquisa do Google Apps; clique em Ativar, e depois no botão Salvar Alterações no topo ou no pé da página. A parti daí, qualquer pesquisa que for efetuada no Gmail irá exibir também documentos relacionados, assim como aquelas feitas no Docs irão mostrar e-mails.

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O Labs possui diversos recursos extras para turbinar os serviços do Google

2. Procure no Google Docs com mais eficiência

As buscas podem ser refinadas se você usar comandos especiais, como “type:spreadsheet” para retornar somente resultados que sejam planilhas. Há um documento de suporte do Docs que mostra outros exemplos desse tipo de comando.

3. Faça um backup rápido de todos os documentos offline

Se deseja salvar no PC um dos documentos armazenados no servidores do Google, pare o cursor do mouse sobre o nome dele na lista da página inicial. Clique no link “Ações” e escolha “Fazer Download…” no menu que irá surgir.

Na janela que surge, você pode escolher o formato do arquivo que irá baixar. Se quiser baixar todos os seus documentos de uma vez só, vá até a aba “Todos os itens” e você poderá selecionar os formatos para cada tipo de arquivo (texto, planilha, apresentação, etc). Os arquivos serão todos baixados em um único arquivo .zip.

4. Maximize  o espaço de edição

Para ocultar a barra de ferramentas e utilizar toda a janela do navegador para edição, selecione Visualizar e depois Ocultar Controles. Para tornar a barra visível novamente, basta pressionar Esc. No Google Chrome, essa configuração pode ser combinada com o modo tela cheia para dedicar toda a tela para a edição. Ao colocar o cursor no topo da tela o menu se tornará visível novamente e, ao clicar em Restore a página volta ao normal.

5. Compartilhe documentos com pessoas que não possuem Google Docs

O principal tema do Docs é a colaboração, o que significa que até pessoas que não possuam uma conta Google podem ver e editar os documentos. Para compartilhar um arquivo, clique no ícone de cadeado ao lado de seu título, no canto superior esquerdo da janela. Na caixa de diálogo seguinte clique no link Alterar. Após isso, o usuário pode escolher se o documento será Público na web ou visível apenas por quem tem um link para o mesmo.

Caso deseje que essas pessoas possam também editar o arquivo, marque a caixa que diz “Permitir que qualquer pessoa possa editar” no rodapé da janela. Clique em Salvar, copie e cole o link e o envie por e-mail para qualquer um que precise ver o documento.

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Defina quem pode ter visualizar ou editar os arquivos do Docs

6. Coloque estrelas em múltiplos documentos

Marcar um documento com uma estrela é uma forma útil de destacá-lo entre outros documentos da página inicial. E é possível “estrelar” vários documentos de uma só vez: segure Control e clique nos arquivos que deseja marcar para selecioná-los. Depois disso, arraste-os para o item “Com estrela” no painel na lateral esquerda.

7. Visualize os detalhes técnicos de um vídeo

Já é possível armazenar vídeos no Google Docs, entre outros tipos de arquivos. Basta clicar no botão “Fazer upload” e selecionar o arquivo. Clique com o botão direito na miniatura de qualquer vídeo na página inicial e selecione “Mostrar informações do vídeo” para exibir os detalhes técnicos sobre ele, como sua resolução, por exemplo.

8. Explore os templates

Muitas pessoas não sabem que o processador de texto e de tabelas do Docs oferece centenas de templates (modelos), incluindo alguns muito sofisticados para trabalhar com impostos e outros propósitos específicos. Para exibir esses templates clique no botão “Criar Novo…” na página inicial e selecione “Do modelo…” no menu.

9. Corrija automaticamente erros de digitação

Se você comete os mesmos erros de digitação com frequência, o Google Docs pode corrigir esse texto automaticamente enquanto o usuário o redige.

Clique no menu Ferramentas e escolha o item Preferências. Você verá uma janela com opções de substituição de texto, Digite a palavra que você costuma escrever de maneira errada no campo Substituir, e a correção ao lado no campo Com. Por exemplo, o usuário pode configurar o Docs para substituir “msa” por “mas”.

10. Clique e arraste imagens para o Docs

Para inserir uma imagem ou foto em um documento de texto, basta arrastá-la de uma pasta do computador para a janela do documento.

11. Posicione as fotos no arquivo

O usuário pode ajustar a posição das fotos no documento, forçando o texto a contornar a imagem. Como padrão, o Google Docs insere as fotos de uma maneira que elas se movem com o texto; essa disposição é conhecida como posicionamento em linha. Para fixar a imagem na página de maneira que o texto a circunde primeiro selecione a imagem e clique no link “Fixo” que aparece no rodapé dela.

12. Insira links rapidamente

A forma mais comum de inserir um hyperlink em um documento de texto é clicar em Inserir e depois em Link, ou pressionar Control+K. Entretanto, se estiver usando o Google Chrome, há outras opções como clicar e arrastar um atalho da barra de favoritos ou mesmo do menu de favoritos para o campo “Apontar URL para qual link?”, que transforma o favorito imediatamente em um link. Ele também pode ser arrastado para o documento em si, o que cria um texto com hyperlink.

13. Use os marcações para navegar por documentos longos

Dentro de documentos de texto, é possível definir marcações e criar links que pulam direto para determinados pontos do arquivo. Isso pode ser útil ao criar páginas com índices, por exemplo. Infelizmente, no momento esta função só está disponível no Google Docs em inglês.

Para inserir uma marcação, clique no menu Insert e escolha Bookmark. Depois, para criar o link para esta marcação, selecione a palavra ou frase que você deseja que os outros usuários cliquem para pular para a marcação e pressione Control+K. Marque a opção Bookmark na janela de diálogo e, por fim, selecione a marcação que foi criada anteriormente.

14. Use o processador de texto para criar páginas na web

Se os softwares de webdesign ou HTML forem complexos demais, o Docs pode ser uma alternativa para criar páginas simples na web. Para inserir imagens, clique e arraste as mesmas para o navegador, como foi citado acima; Para inserir links selecione o texto ou imagem e pressione Control + K.

Uma vez criada a página, vá em “Arquivo > Fazer Download como” e escolha a opção “HTML (zipado)”. Esse diretório irá conter um único arquivo HTML juntamente com uma pasta com arquivos de suporte. Renomeie o arquivo HTML como index.html e faça o upload desse documento e da pasta de arquivos de suporte para a web.

15. Trabalhe com múltiplas moedas em uma planilha

Para configurar uma formato monetário de base em uma planilha, clique em Arquivo e depois em Configurações de planilha. Altere a opção Localidade para o pais correspondente (Estados Unidos para dólares ou Brasil para reais, por exemplo).

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Para planilhas que envolvam moedas, o Docs oferece opções para o usuário trabalhar com várias unidades de câmbio

Independente da configuração de localização escolhida, é possível marcar células ou intervalos de células para serem formatados em uma moeda diferente. Para fazer isso, selecione as células desejadas e clique no botão Mais formatos (que aparece como 123). Encontre o item Mais moedas e selecione a moeda desejada.

16. Crie regras para colorir tabelas

A cor das células de uma planilha pode ser mudada automaticamente baseada em seu conteúdo. Para isso, selecione as células nas quais a cor deve ser aplicada, vá em Formatar e depois em Alterar cores com regras.

Na lista na janela que surge escolha o critério para filtrar as células que devem ser coloridas – o texto ou a data, por exemplo. Insira o critério de filtro que deseja usar nos campos de texto. Por exemplo, para colorir todas as células que contenham o nome “Marcos”, selecione “O texto contém” no menu e coloque marcos no campo de texto (esta opção não diferencia entre maiúsculas e minúsculas).

17. Reúne dados de planilhas utilizando formulários

Formulários proporcionam uma maneira fácil de levantar dados de colaboradores, clientes ou outras pessoas, oferecendo interfaces simples de múltipla-escolha que podem ser enviadas por e-mail para essas pessoas ou incorporadas em páginas na internet.

Para começar, abra uma nova planilha e, no menu Formulário, clique em Criar um Formulário. Na janela que surge, escreva a primeira pergunta no campo Título da pergunta. O usuário pode fornecer um texto explicativo, se desejado, no espaço Texto de ajuda (ele irá aparecer antes da pergunta no formulário). No menu dropdown Tipo de pergunta, selecione o tipo de pergunta que estiver procurando – múltipla-escolha, resposta por escrito ou o que quer que seja. Se os dados pedidos forem numéricos, escolha Texto.

Na pergunta seguinte, coloque o mouse sobre Pergunta de exemplo 2 e clique no ícone do lápis. Depois disso, repita os mesmo passos acima. Caso queira adicionar mais perguntas, vá no botão Adicionar Item no canto superior esquerdo da janela.

Uma vez que as perguntas estiverem completas, clique em Enviar este formulário por email para mandá-lo para seus clientes. Outro caminho é abrir a lista Mais ações e escolher Incorporar para obter um código HTML que pode ser inserido numa página na internet. Quaisquer informações que as pessoas insiram no formulário irão aparecer no topo da tabela. Você pode gerenciar ou deletar os formulários ao utilizar o menu Formulário, dentro da tabela.

18. Veja preview do Google Docs no Gmail

Para ver um preview dentro da janela do Gmail de um link para o Google Docs que você tenha recebibo em uma mensagem, ative o add-on “Visualizações de Google Docs nos emails” no Google labs. Para acessar o Labs, vá em Configurações e depois em Labs. Ao encontrar esse item, clique em Ativar e por fim em Salvar alterações no topo ou rodapé da janela.

19. Crie desenhos dentro de apresentações

Ao criar uma apresentação, não é preciso trocar para um programa de desenho separado para fazer um esboço. Ao invés disso, clique em Inserir e depois em Desenho. A interface de desenho será aberta em uma janela flutuante.

Ao terminar, clique em Salvar e fechar para colocar o desenho na apresentação.

20. Salve um desenho em formato vetorial

Se você criou um desenho no Google Docs e quer baixá-lo para uso offline, não esqueça de selecionar a opção SVG no menu Edit > Fazer download como, na janela de edição do desenho. Ao fazer isso, será criado um arquivo vetorial – uma imagem que pode ser redimensionada sem perder a qualidade, diferentemente de documentos JPEG ou PNG.

 

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Imagens vetoriais em formato SVG não sofrem compressão, e pode ser redimensionadas sem perder a qualidade.

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Loja de discos hippie está em origem de redes sociais

Muitos podem pensar que fenômeno surgiu recentemente, mas primeiros sistemas remontam à década de 1970.

Primeiro computador usado em projeto pioneiro em loja de discos Leopold’s Records, na Califórnia

As pessoas que foram assistir ao filme A rede social no ano passado podem ser perdoadas por achar que a ascensão de sites como o Facebook começou há apenas alguns anos.

Mas para encontrar as verdadeiras origens das redes sociais você deve recuar para bem antes de 2004.

Numa rua em Berkeley, Califórnia, o epicentro da contracultura nos anos 1960 e 1970, eu achei o que poderia muito bem ter sido o local de nascimento do fenômeno.

Do lado de fora do que já foi uma loja de discos chamada Leopold’s Records, o ex-cientista de computação Lee Felsenstein me disse como, em 1973, ele e outros colegas colocaram um computador na loja, perto do mural de recados de músicos.

Eles haviam convidado as pessoas que passavam, em geral estudantes da Universidade da Califórnia, Berkeley, para entrar e digitar uma mensagem no computador.

À época, era a primeira vez que alguém que não estudasse temas científicos foi convidada a se aproximar de um computador.

“Achamos que haveria uma resistência considerável à invasão de computadores no que, segundo pensávamos, era território da contracultura”, explicou Felsenstein.

“Estávamos errados. As pessoas subiam as escadas, e tínhamos alguns segundos para lhes dizer, ‘você gostaria de usar o nosso mural de recados eletrônico, estamos usando um computador.’

“E com a palavra computador os olhos deles se abriam, brilhavam, e eles diziam: ‘uau, posso usá-lo’?”

Logo a máquina estava sendo preenchida por mensagens, que iam de um poeta promovendo seus versos e músicos oferecendo serviços a discussões sobre o melhor local para comprar pães.

O projeto, chamado Memória da Comunidade, sobreviveu por mais de uma década, instalando outros computadores na região de São Francisco. Mas só foi nos anos 1980 que um número considerável de pessoas aderiu à vida online.

Crise da rede

A Well, outra comunidade californiana, era o resultado do casamento entre hippies e hackers, contracultura e cybercultura.

Ela nasceu como resultado de um encontro entre Larry Brilliant, um médico que trabalhava para a Organização Mundial da Saúde (OMS), e Stewart Brand, criador da bíblia hippie dos anos 1960, o Catálogo do Mundo Inteiro.

Brilliant de algum modo articulou uma rede para lidar com crises quando um helicóptero que conduzia uma pesquisa da OMS no Himalaia precisou de um novo motor.

Usando um dos primeiros computadores da Apple, oferecido por seu amigo Steve Jobs, ele conseguiu realizar possivelmente a primeira teleconferência online do mundo.

“Steve me deu um modem acústico”, ele explicou. Nós fizemos a conexão e, de repente, tivemos uma doação de uma motor reserva da Aerospatiale, a Pan Am se ofereceu a levar a peça até Katmadu, a RAF se voluntariou para transportá-la sobre terra até o helicóptero, e 72 horas depois o motor estava no Nepal.”

Ele decidiu que essa poderia ser a base para um empreendimento, e quando ele levou a ideia a Stewart Brand, este concordou.

Logo, o Catálogo do Mundo Inteiro virou a Well – o Link Eletrônico do Mundo Todo.

“Aconteceu de sermos uns dos descobridores de coisas que foram o ponto de partida das que estão na internet”, Brand me disse para a série da Radio 4 A História Secreta das Redes Sociais.

“Você poderia começar algo assim com nada além de uma máquina arrendada, que pegamos do Larry, e um software ruim.”

A Well juntou hackers, hippies e escritores da região da Baía de San Francisco em conversas online que tratavam de temas que iam de tecnologia e política ao sentido da vida.

Após se encontrarem online, eles acabavam organizando festas, um primeiro sinal de que os mundos real e virtual poderiam se fundir.

“Diferentemente do Facebook, nós nos conhecíamos online antes de nos conhecer cara a cara”, disse Howard Rheingold, escritor que cunhou o termo comunidade virtual e um membro influente da Well.

“Muito da comunicação cara a cara se transformou em relações. As pessoas se encontravam e se casavam, casamentos foram rompidos, quando as pessoas adoeciam eram apoiadas, quando as pessoas estavam morrendo elas tinham ajuda.”

‘Vila global’

A Well teve ainda mais abrangência porque se tornou um ponto de encontro para os Deadheads, fãs da banda de rock Grateful Dead.

Ela também deu a John Perry Barlow, um letrista da banda, e posteriormente criador da Electronic Frontier Foundation, sua primeira introdução a comunidades online.

“Encontrei um lugar onde pessoas de todo o planeta poderiam conversar 24 horas por dia”.

E depois de passar 30 anos explorando comunidades virtuais, diz ele, nenhuma chegou perto da original.

“O Facebook é mais um subúrbio global do que uma vila global”, diz ele. “E o que você diz no Twitter dura 20 minutos. Se Cristo tivesse ‘tuitado’ o sermão no morro, teria durado até o entardecer.

“Acho que a última (rede) que vi que realmente parecia que se tornaria uma coisa real foi o que havia na Well”.

Mas não foi só na Califórnia que a ideia de se encontrar e socializar online surgiu.

Na Europa, a britânica Prestel e a francesa Minitel deram a milhões de usuários de telefone o primeiro sabor da comunicação online.

Em muitos outros lugares, o movimento Bulletin Board System (BBS, ou sistema de mural de avisos) se tornou um centro de intensa comunicação sobre variados temas e para qualquer um que pudesse ter um computador pessoal e um modem conectado a ele.

Jason Scott, que quando adolescente era um usuário do BBS em White Plains, Nova York, no fim dos anos 1980, disse que era errada a ideia de que usuários do BBS eram desajustados que viviam suas vidas online:

“O computador era um meio para um fim”, ele explicou.

“Como as chamadas telefônicas de longa distância eram muito caras, os sistemas BBS eram muito locais. Você poderia se comunicar com outras pessoas, mandar mensagens, baixar arquivos, e inevitavelmente alguém diria ‘ei, vamos descer até a pizzaria’.”

Ele ainda é amigo de algumas das pessoas que ele conheceu dessa forma há mais de 20 anos.

Como muitos usuários das primeiras redes, Jason Scott é um assíduo usuário das suas equivalentes modernas – seu gato Sockington é hoje o animal de estimação mais popular no Twitter. Mas os pioneiros não creem que a história tenha terminado.

Felsenstein, que advoga ter começado com tudo, afirma que as redes sociais mudaram sua vida. Ele conheceu sua mulher online, e depois da Memória da Comunidade fez uma carreira em computação.

“Veja”, diz ele, “há muito espaço para inovações. Não creio que o que estamos vendo é o melhor que poderia existir”. BBC Brasil – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Fonte: Estadão.com.br

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Integre as postagens ao Analytics

Quem tem blog no WordPress pode usar um plug-in para integrar os posts automaticamente ao serviço de medição de audiência.

Quem tem um blog que usa o sistema WordPress não precisa ficar copiando códigos HTML para integrar os posts ao Analytics.

Vários plug-ins resolvem isso de forma automática. Crie um novo perfil com a URL do blog no Analytics. Depois, na tela de gerenciamento do WordPress, acesse a seção Plugins e clique em Adicionar Novo. No campo de busca, digite Google Analytics for WordPress e pressione Pesquisar Plugins.

Localize o plug-in e acione Instalar Agora. Depois, pressione Ativar Plugin. Na tela seguinte, clique no link Select Which Analytics Profile to Track. Pressione o botão Click Here to Authenticate With Google e, depois, Conceder Acesso.

Com isso, todos os perfis do Analytics serão baixados. Escolha o correto e pressione Update Google Analytics Settings.

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Saldão na Internet começa dia 20, com descontos de até 90%

SÃO PAULO – Aqueles que ainda não compraram os presentes de fim de ano podem esperar um pouco mais se quiserem economizar.

Isso porque o Saldão na Internet Especial de Natal antecipa as promoções para o dia 20 deste mês reunindo as principais redes varejistas do e-commerce que oferecerão produtos com descontos de até 90%.

Ao todo, devem ser movimentados R$ 20 milhões, o dobro do valor movimentado no Natal passado, quando R$ 10 milhões foram comercializados por cerca de 380 mil consumidores.

A partir do dia 20 será possível encontrar ofertas diárias no http://www.saldaonainternet.com.br e na virada do dia 24 para o dia 25 ocorrerão as grandes promoções. O término do Saldão está previsto para ocorrer entre os dias 10 e 15 de janeiro.

Ofertas

Espera-se que cerca de mil lojas virtuais participem do Saldão ofertando de flores a eletrodomésticos e eletroeletrônicos.

“Os consumidores do Saldão buscam boas oportunidades e os produtos com ofertas mais agressivas são os que mais vendem, sempre”, ressaltou, por meio de nota, o Gerente de Marketing da Braspag, empresa de soluções de pagamentos para e-commerce que criou o Saldão, Rennan Fortes.

Além das ofertas, os consumidores também poderão ganhar prêmios. “Nosso maior propagador será o próprio consumidor, que ganhará pontos por meio das indicações de novos usuários e que consumam no site. Os pontos valerão prêmios ao primeiro colocado”, afirma Fortes.

As informações sobre as ofertas e promoções do Saldão serão divulgadas no site da iniciativa.

E-commerce

O faturamento do comércio online deve superar os R$ 15 bilhões neste ano. Somente neste último trimestre espera-se um faturamento de R$ 3,3 bilhões.

Neste Natal, os consumidores gastarão 40% a mais em compras pela internet, segundo as previsões da camara-e.net (Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico).

“Nas três semanas que antecedem o Natal, o varejo on-line vende o volume equivalente a oito semanas médias e o tíquete médio de 2009 foi R$ 346”, declarou o presidente da camara-e.net, Manuel Matos. Segundo ele, o Natal costuma representar 16% das vendas de todo o ano.

Assim como em 2009, os produtos de informática e eletrônicos devem ser destaque de vendas, seguidos por livros, CDs e DVDs. De acordo com Matos, os e-varejistas já estão se preparando para atender ao crescimento da demanda que ocorre nesta época do ano.

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O que é uma assinatura digital?

Você pode usar uma assinatura digital pelos mesmos motivos que o fazem assinar um documento impresso. Uma assinatura digital é usada para autenticar (autenticação: o processo de verificar se as pessoas e os produtos são o que dizem ser. Por exemplo, confirmar a origem e a integridade de um código de editor de software por meio da verificação da assinatura digital usada para assinar o código.) as informações digitais — como modelos de formulário, emails e documentos — usando a criptografia do computador. As assinaturas digitais podem ajudar a estabelecer as seguintes garantias:

Assinatura Digital

Assinatura Digital

  • Autenticidade A assinatura digital ajuda a garantir que o signatário é quem ele/ela diz ser.
  • Integridade A assinatura digital ajuda a garantir que o conteúdo não foi alterado ou violado desde que foi assinado digitalmente.
  • Sem rejeição A assinatura digital ajuda a provar a origem do conteúdo assinado para todas as partes. “Rejeição” significa o ato de um signatário negar qualquer associação com o conteúdo assinado.

Para ter essas garantias com relação a um modelo de formulário, você deve assiná-lo digitalmente. Também é possível habilitar assinaturas digitais para o seu modelo de formulário de modo que seus usuários possam ter as mesmas garantias com relação aos formulário que preenchem. Em ambos os casos, os seguintes requisitos devem ser atendidos para assinar digitalmente um formulário ou um modelo de formulário:

  • A assinatura digital é válida (válido: refere-se ao status de um certificado verificado no banco de dados de uma autoridade de certificação e que é legítimo, atual e não expirado ou revogado. Os documentos assinados por um certificado válido e não alterados desde a assinatura são considerados válidos.).
  • O certificado (certificado: um meio digital de fornecer identidade e autenticidade. Os certificados são emitidos por uma autoridade de certificação e, como acontece com uma carteira de motorista, podem expirar ou ser revogados.) associado à assinatura digital é atual (não expirou).
  • A pessoa ou organização que assina, conhecido como o editor, é confiável (confiar: indica se você confia no indivíduo ou grupo para o qual o certificado é emitido. A configuração padrão é Herdar Confiança do Emissor, o que significa que o certificado é confiável já que o emissor, geralmente uma autoridade de certificação, é confiável.).
  • O certificado associado à assinatura digital é emitido para o editor por uma autoridade de certificação (CA) (autoridade de certificação (CA, certificate authority): uma organização comercial que emite certificados digitais, controla quem é atribuído a um certificado, assina os certificados para verificar sua validade e monitora quais certificados expiraram ou foram revogados.) confiável.

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