Arquivo do mês: abril 2009

Que endereço escolher para o meu mobile site?

Considere os benefícios de preparar e manter uma versão de seu site para smartphones. E para reforçar que é mobile, divulgue também um endereço como m.nomedosite.com.br.

Com o rápido crescimento que a internet móvel vem experimentando – impulsionada pelas redes 3G, melhores aparelhos e custos de dados mais acessíveis – muitas empresas e marcas já estão trabalhando a sua presença no celular, oferecendo aos clientes e usuários várias opções de serviços e informações através de mobile sites.

No entanto, grande parte das pessoas ainda desconhece a possibilidade de se acessar esses conteúdos pelo celular, o que traz a necessidade da devida promoção do mobile site pelos donos dos serviços. Isto nos remete à pergunta do título do artigo: qual endereço devo escolher para promover o meu mobile site?

Uma das correntes de pensamento da indústria é que os sistemas na web devem reconhecer automaticamente que é um celular que está acessando a página e então entregar a sua versão móvel. Ou seja, não haveria a necessidade de se gerar um endereço próprio para o mobile site. Para tanto, bastaria o usuário acessar o endereço normal (como http://www.nomedosite.com.br) direto de seu celular.

Há dois senões nesta linha de raciocínio. Primeiro, perde-se a oportunidade de comunicar aos usuários que há uma versão pensada e projetada especificamente para o contexto da mobilidade. Quando há um endereço como, por exemplo, mobile.nomedosite.com.br, o nome já passa diretamente para o usuário a idéia de que há uma versão própria para celulares daquele conteúdo, o que é importante neste momento de adoção da internet móvel.

O segundo problema é uma limitação de natureza técnica. Quando o celular acessa o conteúdo, o reconhecimento automático extrai o modelo do aparelho e o compara com um banco de dados para exibir suas características. Pelos inúmeros lançamentos de novos aparelhos e também modificações nas requisições que as operadoras realizam através do seu gateway, em alguns momentos o sistema pode não identificar alguns aparelhos e então entregar versão full-web do conteúdo (e não a versão mobile, se houver).

Então, se concluímos que é importante designar um nome próprio ao mobile site, ainda falta o próximo passo, que é escolher um formato para esse nome. Há diversas possibilidades, tais como m.nomedosite.com.br, wap.nomedosite.com.br, http://www.nomedosite.com.br/m, mobile.nomedosite.com.br, nomedosite.mobi, entre diversos outros.

O mercado tem tomado como padrão o m.nomedosite.com.br, pois além de ser mais simples para digitação, não traz o preconceito da palavra wap, que remete às experiências dolorosas da época do Wap 1.0. Além disso, apesar do consórcio .mobi realizar um trabalho bem feito com relações a padrões e melhores práticas, o domínio .mobi ainda não se consolidou de fato, o que não justifica a sua adoção como principal endereço (apesar de ser recomendável o registro deste domínio por precaução).

Por fim, algumas empresas também têm escolhido e promovido o endereço iphone.nomedosite.com.br para disponibilizar e comunicar a versão especial para iPhone de seus mobile sites.

Resumindo todas estas questões, recomendo os seguintes passos:

  1. Utilize o subdomínio m.nomedosite.com.br para disponibilizar e promover o mobile site de sua empresa ou marca;
  2. Use um sistema de identificação de celulares para entregar a versão móvel do conteúdo para o usuário, mesmo que esse acesse a versão http://www.nomedosite.com.br (o usuário pode desconhecer a versão móvel ou estar vindo direto de algum link como esse em outro serviço);
  3. Disponibilize a versão para iPhone do mobile site em iphone.nomedosite.com.br, e providencie o redirecionamento para este endereço quando o usuário acessar m.nomedosite.com.br de um iPhone (a comunicação do endereço específico do iPhone é opcional);
  4. Em qualquer um dos mobile sites, dê para o usuário a opção de ver a versão full-web do conteúdo, caso ele ache necessário. Apesar da experiência não ser a mais adequada, celulares como o iPhone ou outros com browsers mais poderosos permitem uma navegação razoável no conteúdo feito para PC e alguns usuários preferem usar esta opção.

É importante lembrar que criar um mobile site vai além de apenas miniaturizar o site da web. As funcionalidades e recursos de interface devem ser devidamente projetados para o contexto da mobilidade, buscando agregar valor extra para os usuários.

Conheça um site bem interessante que disponibiliza diversos conteúdos para este tipo de desenvolvimento “Um mobile site por dia

Fonte – Por Eric Santos

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O usuário agora é móvel: aceite e acerte seu site

O primeiro passo para preparar seu site para ser encontrado e bem rankeado pelas versões mobile dos mecanismos de busca é assegurar-se que seu site possui uma versão otimizada para tais dispositivos.

Dispositivos móveis

Dispositivos móveis

iPhones, Blackberrys, Smartphones, banda larga 3G.

Essas tecnologias chegaram ao Brasil e vieram para ficar. À medida em que as operadoras vão ajustando os preços e pacotes de seus planos de dados, mais e mais dispositivos móveis capazes de acessar a internet chegam às mãos dos usuários brasileiros e, com eles, as versões mobile de todos os mecanismos de busca.

O seu site está pronto para ser encontrado e acessado por esses usuários?

O primeiro passo para preparar seu site para ser encontrado e bem rankeado pelas versões mobile dos mecanismos de busca é assegurar-se que seu site possui uma versão otimizada para tais dispositivos. Experimente acessar seu site via seu celular e fique horrorizado. E com razão. Com quase absoluta certeza todos os belos gráficos, o layout web 2.0 e boa parte das funcionalidades está simplesmente desligada e indisponível.

Algumas coisas vêm direto à mente quando pensamos sobre isso. Primeiramente, usuários móveis são limitados principalmente por dois fatores: tempo e espaço de tela. Carregamento rápido, leve e flexível do site é primordial. As informações mais importantes do seu site estão disponíveis logo no topo? A navegação está acessível? O texto está legível?

Lembra aquele estudo de acessibilidade que você descartou do orçamento porque deficientes visuais não eram exatamente seu público-alvo? Pois é, no mundo dos browsers de celulares, somos todos quase cegos.

Partindo para um lado mais técnico, há uma variedade de tecnologias e padrões a considerar na criação de uma versão mobile do seu site. As páginas devem ser criadas em WML ou XHTML e devem seguir os padrões estabelecidos pelo W3C. Há uma série de novos doc-types disponíveis para serem colocados nas páginas.

As ferramentas de web analytics já possuem módulos específicos para rastreamento de acessos por dispositivos móveis. O SiteCatalyst, da Omniture, já conta até mesmo com módulos específicos para rastreio de aplicativos criados para iPhone ou Blackberry.

O que nos leva a uma outra consideração: o mercado móvel está em crescimento, mas será que deve receber o mesmo tratamento que o seu website principal?

É preciso rever conceitos, estratégias e táticas para nos assegurarmos de estar entregando a informação certa ao público certo. Então, seu público já usa tecnologia móvel? Ora, basta dar uma olhada nas estatísticas que sua ferramenta de web analytics mostra atualmente, nas seções de browsers utilizados para acessar seu site. Realizar uma pesquisa de fato com seus usuários também é uma boa ideia. Que partes de seu site eles gostariam de poder acessar a partir do celular?

O que realmente importa é que, independente do tipo da sua presença web, você terá que se preparar para esta nova fronteira.

Por Giu Menegazzi – Fonte

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Plugin anti-IE6 para WordPress

Não é nenhuma novidade: eu sou contra o uso do Internet Explorer 6 nos dias de hoje. Como o Aguinelo Pedroso falou por Twitter: “Quem ainda usa IE6 é por burrice ou birra“. E para conscientizar as pessoas disto, chegou o plugin para WordPress Anti IE6 Army.

IE6 - Chega

IE6 - Chega

Esse plugin, criado pelo leitor do Digital Paper e amigo Willian “PotHix” Molinari vem em quatro sabores diferentes. Ou neste caso, o plugin tem 4 plugins anti-IE6 inclusos. Entre eles o Crossover (da iMasters), o End6, Stop IE6 e o End6 Sarcasm – minha versão pessoal do End6 com uma mensagem bem sarcástica e bem maldosa aos usuários do navegador pré-histórico.

Para usar o Anti IE6 Army no seu blog é fácil. Só fazer o download do diretório oficial de plugins do WordPress, colocar no seu FTP, acionar ele através do seu painel do WordPress e selecionar as configurações na página Plugins > Anti IE6 Army. Lá é só escolher uma das opções de aviso. O Crossover vai mostrar uma pequena barra no topo do seu site, o End6 vai ser um pop-in com uma mensagem básica, o End6 Sarcasm é a mesma coisa, só que com uma mensagem mais maldosa e o Stop IE6 é inteiramente em inglês e sugere atualizar para IE7 (que é menos ruim). Só salvar sua opção e pronto; seu blog identifica quem usa o IE6 (ou anterior) e mostra a mensagem escolhida. É simples, é rápido e é simples (duplamente simples).

Worpress IE6 Stop

Worpress IE6 Stop

No momento, estou usando minha criação End6 Sarcasm (afinal de contas, eu sou maldoso sim com usuários de IE6) – ele é mais leve que o End6, carrega mais rápido e tem menos auto- propaganda. E o End6 Sarcasm tem uma vantagem que os outros dois não tem: ele só aparece uma vez – a primeira vez que alguém acessar – sendo menos invasivo. Por outro lado quem usa IE6, né…

Tá dado a dica: quer fazer parte da guerra contra o navegador mais problemático e desatualizado porém ainda em uso do mundo? Faça parte da campanha; use o Anti IE6 Army no seu blog.

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Rastrear pessoas pelo celular sem GPS

Google Latitude

Google Latitude

O Google criou um serviço chamado Google Latitude.

Basta instalar um pequeno programa no seu celular. Com isto seus amigos, familiares ou seu chefe serão capazes de saber onde você está em tempo real. E você não precisa de celular com aparelho de GPS integrado.

A tecnologia é capaz de usar dados da operadora com base nas antenas espalhadas pela cidade. Usando este sistema de triangulação de antenas não é possível saber o ponto exato onde você se localiza, mas podemos ver em que região da cidade você está.

O mais interessante é que você pode visualizar todos os seus amigos em um mapa e saber por onde eles estão andando. Pode enviar e receber mensagens. Pode ver o mapa com seus amigos no computador. Se você tem uma empresa este serviço será de grande utilidade para localizar os seus funcionários quando eles estiverem realizando trabalhos fora da empresa.

Se você tem filhos ficará fácil monitorar os lugares por onde ele anda. E este serviço não tem nenhum custo. Você só precisa ter um celular compatível com a tecnologia.

Qual o objetivo do Google com isso? Na verdade o Google deseja indexar pessoas e não apenas indexar sites. Em breve teremos um site de busca de pessoas. Isto já é possível através do Orkut, mas o objetivo é saber onde as pessoas estão em tempo real. Isto tornará o serviço de anúncios para celulares um sucesso. As empresas poderão exibir anúncios no celular das pessoas que estão geograficamente próximas de suas lojas.

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Crie PDF por e-mail

O serviço oferecido pelo site www.koolwire.com funciona da seguinte forma:

  1. Você envia um email para pdf@koolwire.com com o arquivo anexado que deseja transformar em PDF. Pode ser arquivo .doc, .xls, .ppt, .jpg, .gif, .rtf e .txt
  2. Depois basta esperar alguns minutos e verificar seu e-mail. Você receberá o arquivo .pdf de volta em seu e-mail.
Kool Wire

Kool Wire

Para evitar o recebimento de spam futuro recomendamos que você não use seu endereço de email principal para usar este serviço. Use algum email secundário que você tenha criado em sites gratuitos como gmail, yahoo, hotmail, etc.

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Browsers para Mobile – Nova era

Pense um pouco e tente lembrar de pelo menos uma maneira de acessar a internet que não seja a partir de dispositivos móveis ou computadores (notebooks e desktops). Difícil, não é? Hoje, conhecemos bem apenas um meio de acessar a internet que é o computador. Estamos começando agora a navegar decentemente com dispositivos móveis, como um […]

Pense um pouco e tente lembrar de pelo menos uma maneira de acessar a internet que não seja a partir de dispositivos móveis ou computadores (notebooks e desktops). Difícil, não é?
Hoje, conhecemos bem apenas um meio de acessar a internet que é o computador. Estamos começando agora a navegar decentemente com dispositivos móveis, como um PDAs ou Smartphones. Além do óbvio, não conhecemos os futuros reais problemas de usabilidade e arquitetura de informação dos sites destinados à estes aparelhos. Estamos apenas engatinhando.

Naveguei um pouco pelo Safari do iPhone, e enquanto me adaptava, me perguntava várias vezes sobre a real necessidade de haver uma versão para mobiles. O iPhone tem uma maneira diferente de tratar os sites. Ele renderiza como se fosse um browser para desktop: o site aparece em miniatura na tela. Assim você tem uma visão geral do site e com apenas dois toques você aumenta o zoom no local que você gostaria de ler.

O interessante do iPhone, é que a Apple ensina e mostra exatamente como fazer um site que possa ser bem visto em um iPhone. Nunca vi nenhuma outra fabricante de celular fazer algo parecido. Eles te mostram características e formas de fazer um site bem feito com características úteis para o visitante e usuário de iPhone.

Juntamente com o iPhone, o Opera Mini 4, também utiliza esse tipo de navegação por miniatura e zoom. Esse método de navegação para celulares com tela pequena se mostrou muito mais confortável que o modo convencional.

Na minha opinião, essa maneira de renderizar, dispensa a criação de uma outra folha de estilo para mobiles. Como não existe apenas o iPhone no mundo, e nem todo mundo utiliza o Opera Mini para navegar, ainda precisamos criar uma versão mobile do nosso CSS para que os sites sejam acessados decentemente a partir de mobiles com navegação convencional.

O W3C acabou de lançar um teste parecido com o Acid para testar a compatibilidade dos browsers para mobiles.

A guerra dos browsers para mobiles vai ser diferente. O Internet Explorer ainda não prevalece nesta área, e sistemas realmente bons, utilizam o Opera como navegador padrão. Uma boa notícia é que o Internet Explorer para mobiles não é tão terrível quanto o IE para desktops.

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O Safari para iPhone – Desenvolvimento web para iPhone

O desenvolvimento web para mobiles está se tornando algo comum. Fazer sites para aparelhos como o iPhone deixou de ser coisa de outro mundo, mesmo assim, há certos detalhes que precisamos entender.


Um pouco de História

Por volta de 1997, os computadores da Apple traziam por padrão o Netscape. Naquele tempo o mercado de browsers não era tão acirrado como hoje e os concorrentes eram poucos. O Internet Explorer estava em sua versão 2/3. Mesmo assim, o Internet Explorer para Mac era também distribuído com o MacOS durante os 5 anos de acordo entre Apple e Microsoft. A Microsoft laçou 3 versões principais do seu navegador para o Mac, parando na versão 5 em março de 2000.

Em 2003, a Apple anunciou que eles estavam desenvolvendo seu próprio browser baseado no motor de renderização KHTML. A versão 1.0 foi lançado como browser padrão do MacOS por volta de Junho de 2003. O Internet Explorer ainda era distribuido no sistema, mas agora como um navegador alternativo, até Abril de 2005.
Motor de Renderização WebKit

O Safari utiliza um motor de renderização chamado WebKit. O WebKit tem dois motores de renderização: o WebCore, que é o motor de renderização baseado no KTHML do Konqueror. E o JavaScriptCore, baseado no motor de javascript KDE chamado KJS. Esses motores estão sob Licensa GNU.

A Apple, ao fazer o Safari fez muitas atualizações e modificações no motor KHTML, deixando-o mais maduro e robusto. Essas modificações foram devolvidas para a comunidade e incorporadas no Konqueror.
MobileSafari e Safari para Desktop

A idéia é que o usuário tenha uma experiência muito próxima a experiência que ele tem no desktop. Por isso o Safari para iPhone (MobileSafari) foi feito sob o mesmo motor de renderização WebKit do Safari para Windows e Mac. Diferenças: 1) Se o site não foi feito para iPhone, ele renderiza a página da mesma forma como renderiza em um Safari para desktop, mas miniaturizada. 2) A interação do usuário.
Padrões Suportados

Para que a renderização do MobileSafari seja fiel ao Safari para desktop, ele tem grande suporte aos Padrões Web.

* HMTML 4.01
* HTML 5
* XHTML 1.0
* CSS 2.1
* Parte do CSS 3
* Javascript 1.4
* Ajax
* DOM

É interessante notar que temos uma certa liberdade de desenvolvimento web no iPhone. Há facilidades como cantos arredondados que não podemos contar no desenvolvimento focado para desktops. Isso tráz vantagens pra você, desenvolvedor, porque facilitará seu trabalho, e para o usuário porque ele terá uma experiência mais rica.
Limites dos recursos

Embora o iPhone suporte as tecnologias mais atuais de desenvolvimento web, não podemos esquecer de que ele é um dispositivo móvel, com capacidade de processamento muito menor que a de um desktop. Por isso, há algumas limitações de recursos que devemos nos atentar.

Para códigos:

* 10Mb para arquivos Javascripts e XML
* O tempo de execução de um Javascript é limitado a 10 segundos. Se passar de 10 segundos, o Safari pára a execução em algum lugar aleatório do seu código.
* Javascripts alocados limitados a 10Mb
* Máximo de 8 documentos abertos de uma vez

Para imagens:

* Limite máximo do tamanho de GIF, PNG e TIFF são 2 Megapixels
* A decodificação máxima dos tamanhos de JPGs são 32 Megapixels. Utilizando SubSampling
* O tamanho máximo de GIFs animados deve ser menor que 2MB. Para arquivos animados maiores, só é mostrado o primeiro frame.

Verifique sempre o tamanho final de sua página. Normalmente o sites com 30Mb para menos funcionam muito bem no iPhone.

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