Arquivo do mês: março 2010

Sites podem ser obrigados a exibir endereço e CNPJ

Razão social, endereço e CNPJ podem se tornar dados obrigatórios em páginas de pessoas jurídicas de direito privado, caso seja aprovado o projeto de lei 5470/2009.

Sites com endereço e CNPJ

Sites com endereço e CNPJ

A iniciativa partiu do deputado Carlos Sampaio e tem como objetivo proporcionar maior segurança às transações comerciais feitas pela internet.

O projeto passou pela aprovação da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara no dia 17 de março e segue para avaliação da Comissão de Defesa do Consumidor. Caso seja aprovado, aguardará a aprovação da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

A sanção para aqueles que não se adequarem às normas está prevista em advertência, multa de até R$50 mil e suspensão da página na web.

Fonte: Olhar Digital

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Conheça o mundo das câmeras semi-profissionais

Descubra o que diferencia esse tipo de aparelho das outras câmeras compactas e profissionais.

Câmeras Semi-Profissionais

Câmeras Semi-Profissionais

Nem sempre as câmeras de bolso conseguem dar conta das imagens que queremos captar. Se você é fã de fotografia, talvez esteja na hora de conhecer um pouco mais dos recursos das máquinas semi-profissionais e profissionais.

Para começar, é bom entender que a indústria divide as câmeras em pelo menos 3 categorias. As profissionais, as semi-profissionais e as compactas. Essas últimas são as mais comuns, é claro. As câmeras compactas estão por todos os lados, e oferecem bons recursos.Essa aqui, por exemplo: tem opções de velocidade de captação, tempo de exposição e até mesmo uma grande variação de escolha do ISO. Para quem não sabe, o ISO é um tipo de escala que – grosso modo – serve para ajustar a sensibilidade à luz.

Mas, estamos falando de câmeras compactas, então os recursos não são muito abrangentes. Além disso, em nome da economia e do tamanho, todos os modelos tendem a agrupar todos os controles em um ou dois botões, o que dificulta um pouco a agilidade de quem já está interessado em fotografar mais do que a festa de aniversário em família.

Outra diferença importante é que as câmeras compactas não tem a opção de troca de lentes. Isso, só a partir das chamadas semi-profissionais para cima. Trocar as lentes permite que as câmeras sejam adaptadas ao uso que o fotógrafo deseja fazer. Dá para obter mais profundidade, maior seleção de foco ou realizar uma imagem em macro, por exemplo. A lente, nesses casos, é item indispensável. Então, essa é a primeira dica: se você pensa em comprar uma câmera semi-profissional, cheque o preço das lentes, muito provavelmente você vai precisar comprar uma separadamente.

“A semi e a profissional, sem nenhuma lente não funcionam. Só o corpo dela faz uma foto em branco. Dá para ver que só o sensor sendo exposto não sai nada. A lente cria a imagem e joga no sensor a imagem relativa milimetragem também”, explica o fotógrafo Julio Brunet.

Diferente das câmeras compactas, as profissionais e semi-profissionais também têm a opção de captar imagens sem muita compressão. As máquinas compactas comprimem automaticamente as fotos em formato JPEG, o que reduz a qualidade da imagem. Já os outros modelos têm a opção de gravar as fotos em RAW (lê-se Ró). Em inglês, RAW significa cru. E é isso que essas máquinas fazem: arquivam sem tratamento, preservando mais detalhes da imagem. O detalhe é que esse tipo de arquivo só pode ser aberto em programas específicos, como o Photoshop.

Nas máquinas digitais, os sensores têm grande influência no resultado final da imagem. Apesar do número de pixels ser comumente associado à qualidade da foto, essa equação nem sempre está correta. Uma câmera semi-pró até pode ter uma quantidade menor de pixels que uma máquina compacta, no entanto, o seu sensor é maior, o que confere mais qualidade aos pixels existentes. Essa também é uma das principais características que diferencia uma câmera semi profissional de uma profissional – as profissionais costumam ter os maiores sensores. No resto, as duas são bem parecidas.

As câmeras compactas continuam sendo uma boa pedida para as recordações do dia-a-dia. Mas se você quer um pouco mais das suas fotos, ou até mesmo se arriscar no mercado profissional, as semi-pró podem dar aquela liberdade de configurações que você talvez esteja sentindo falta.

Fonte: Olhar Digital

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Ensino à distância: área de TI

A tecnologia encurta distâncias e proporciona aos estudantes a oportunidade de terem aulas com profissionais de qualquer região do país

Ensino a distância

Ensino a distância

Links:

Fora dos grandes centros como São Paulo e Rio de Janeiro, muitas vezes o acesso à educação é limitado e a falta de professores qualificados é grande. Mas, nos últimos anos, a tecnologia trouxe uma alternativa: o ensino à distância. Numa de suas modalidades, os alunos se reúnem em frente a uma TV ou telão e assistem às aulas transmitidas por satélite.

“A vantagem de um curso telepresencial é justamente você proporcionar aos alunos de muito longe uma aula de um bom profissional como, por exemplo, um bom professor, de um autor renomado de algum livro. Que às vezes a gente tem isso, a gente compra um livro de um bom professor, super renomado e a gente nunca tem a oportunidade de assistir uma aula dele”, diz Marina Engelbertelli, aluna de pós-graduação da FLG em Direito Tributário.

Mas, essa não é uma via de mão única. Os alunos podem interagir com os professores através da web em tempo real.

“Vai pode mandar um e-mail para o professor durante a aula e tirar sua dúvida, o professor vai responder o e-mail desse aluno”, explica Marco Antônio Araujo Junior, diretor pedagógico da LFG.

Para que tudo funcione direito, duas equipes estão sempre a postos. Uma equipe técnica, que cuida da qualidade o som e da imagem, e uma equipe pedagógica, que dá suporte aos professores, enviando textos e imagens.

Outra modalidade de ensino à distância não usa as transmissões por satélite: tudo é feito via web. Muitas instituições de ensino de todo o pais estão aderindo a esse formato de aula e, além dos cursos, elas mantêm pólos de apoio onde os alunos podem acessar a internet, ter aulas presenciais, além de fazer as provas.

A tecnologia encurtou as distâncias, mas você precisa ficar de olho na qualidade. A primeira dica é conferir se quem oferece o curso foi credenciado pelo Ministério da Educação. O site do MEC disponibiliza o nome de todas as instituições que receberam o seu “ok”. Antes de pensar em fazer a matrícula, vale a visita. E, se você procura cursos à distância na área de tecnologia, já sabe: preparamos uma lista com instituições renomadas no segmento, que oferecem cursos a distância na área de TI. Dê uma olhada nos links abaixo da matéria e descubra como incrementar o seu currículo!

Fonte: Olhar digital

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Edite suas fotos de graça na web

Está procurando um editor de fotos? As escolhas mais tradicionais incluem o Adobe Photoshop Elements e o Corel Paint Shop Pro. Há também opções gratuitas como o Paint.Net e o GIMP.

Mas hoje em dia, existe uma forma totalmente nova de editar suas fotos digitais: usando editores online, que rodam dentro de um navegador de internet – seria o equivalente para fotos do Google Docs ou do Zoho.

As vantagens são que você não precisa instalar nada e ainda pode editar suas fotos em qualquer lugar com conexão à internet. As desvantagens? Exatamente o que você imagina: esses programas, em geral, oferecem somente uma pequena fração dos recursos encontrados nos grandes editores de imagem, como o Photoshop – e, claro, você não pode trabalhar offline. Vamos dar uma olhada em alguns desses programas.

FotoFlexer
O FotoFlexer é a prova de que você não precisa sacrificar todos os recursos que conheceu a partir de programas como o Photoshop Elements para usar um editor online de fotos.

Depois que você fizer upload de uma imagem para o site, vai ver uma interface de um programa simplificado de edição de fotos. Mas há muitos recursos extras, incluindo suporte a camadas – você pode carregar diversas imagens e controlar a opacidade de cada camada, da mesma forma que num editor de imagem comercial.

O programa ainda traz efeitos como extremidades borradas, escalas de cinza e conversão em sépia, além da habilidade de transformar suas fotos em quadrinhos. O FotoFlexer tem até a ferramenta como as Curvas do Photoshop para ajuste de cor e o modo tela cheia para que você não se sinta trabalhando num navegador.

fotoflexer2.jpg

Picnik
Apesar de não ser a opção mais potente disponível, o Picnik é interessante. Você pode usar sua interface simples para reunir fotos de seu HD ou de sites de compartilhamento como o Flickr, Facebook, e Myspace. O básico ele oferece: você pode girar, cortar, redimensionar e retocar as cores e a exposição.

Como o Corel Paint Shop Pro, o removedor de olhos vermelhos lida muito bem tanto com humanos quanto com animais. A aba Create (Criar) traz filtros de efeitos especiais, como preto & branco, sépia, realce nas cores e desfoque suave.

picnik2.jpg

SplashUp
O SplashUp tem a interface mais tradicional dos editores online dessa lista. É completa com uma barra de menu na parte de cima da página e uma barra de ferramentas à esquerda com todos os itens usuais. Assim como o FotoFlexer, o site tem suporte a camadas, de forma que você pode combinar fotos ou fazer ajustes finos em suas imagens.

O SplashUp possui até seu próprio formato de arquivo, que preserva as informações sobre camadas, de forma que você pode abrir um projeto e continuar editando depois – como no Photoshop. Você pode carregar fotos de seu PC ou de sites de compartilhamento como Facebook, Flickr, Picasa, e SmugMug.

splashup2.jpg

Photoshop Express
Por mais bacana que o Splashup seja, ele não é tão caprichado como o Adobe Photoshop Express, uma versão online do bom e velho Photoshop Elements. Você tem acesso ao mesmo basicão que o FotoFlexer oferece – por exemplo, cortar, girar, remover olhos vermelhos, correção de exposição – mas não há suporte para camadas nem para outros recursos mais poderosos de edição e correção do Elements.

Você vai ter acesso a itens legais, como o ‘fill light’ (que permite ajustar o primeiro plano separadamente do fundo), filtros e distorção de imagem. E da mesma forma que a versão para desktop do Photoshop, você pode escolher entre diversas variações de miniaturas para o mesmo efeito.

Assim como as outras ferramentas, você pode subir fotos de seu próprio PC ou de sites como Facebook, Flickr, Photobucket e Picasa. A Adobe oferece generosos 2 GB de espaço para armazenamento online – e há opções de serviço pago com capacidade extra para fotos.

photoshop_online2.jpg

Fonte: PCWorld

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Acessibilidade web: 7 mitos e um equívoco

Cada mito apresentado será, primeiramente, confrontado com a realidade objetiva, que é, como veremos, muito diferente do que o mito afirma. Em seguida, tentarei explicitar o que entendo ser a verdade oculta encerrada no mito. Neste caso, como a verdade é sempre um temor, será chamada de “temor oculto”. Finalmente, tentarei oferecer uma resposta a esse temor, que será chamada de “esclarecimento”.
O que é um mito?

Os mitos são narrativas (este é o sentido da palavra original grega) , que são reproduzidas (imitadas) até se tornarem coletivas.

Aristóteles, em sua Poética, nos diz que “O imitar é congênito no homem … e os homens se comprazem no imitado.” Os mitos não se baseiam na experiência empírica nem científica, baseiam-se na intuição. E aí está a sua força, pois a intuição encerra sempre uma verdade. Porém a verdade do mito não está aparente, precisa ser decifrada.

Quando, por exemplo, digo que determinada mulher é uma Atena, não quero dizer (como no mito da deusa) que ela não foi gerada no ventre de sua mãe, mas dentro da cabeça de seu pai, de onde saiu prontinha, com armadura e tudo! Estou querendo dizer que ela é uma mulher guerreira, racional e bastante identificada com o modo de pensar masculino.

A verdade de um mito, portanto, não é literal, é simbólica. é por este motivo que muitos o confundem com mentira, ilusão, lenda e fantasia. Eles são exatamente isto, se forem considerados no seu sentido literal.
Os mitos na atualidade.

Uma característica dos mitos modernos é que, ao contrário dos mitos gregos ou indígenas, eles não se referem à totalidade da existência humana, mas a temas específicos, como a sensualidade, a juventude, o corpo saudável, o poder, etc. E, como sua base inconsciente não está na razão e sim na emoção, eles são largamente utilizados na propaganda e na política.

Mito I.
“Acessibilidade Web é só para deficientes visuais.”

Realidade: Pessoas cegas ou com baixa visão são terrivelmente prejudicadas pela falta de acessibilidade, pois, na maioria das vezes, elas não têm outra forma de obter a informação, a não ser através da internet. Mas não são elas as únicas que necessitam de acessibilidade.

Acessibilidade web é para…

* … Quem tem dificuldade para
o ver a tela,
o usar o mouse,
o usar o teclado,
o ler um texto,
o Ouvir um som,
o navegar na internet;
* … Quem usa um navegador diferente;
* … Quem usa um equipamento muito antigo;
* … Quem usa um equipamento muito moderno;
* … Quem tem uma linha de transmissão muito lenta;
* … Quem está num ambiente ou situação que limita alguns dos seus sentidos ou movimentos, ou que requer a sua atenção.

Enfim, acessibilidade web é para todos!

Temor oculto: “Imagina o trabalhão que vai dar, fazer acessibilidade para todo mundo!”

Esclarecimento: Quando seguimos uma diretriz de acessibilidade, estamos atendendo simultaneamente a vários tipos de necessidades. Por exemplo, atender a três tipos de deficiências não significa trabalho triplicado.

Note-se que este mito está tão profundamente arraigado em nossa cultura, a ponto de aparecer expressamente no Decreto 5296, o qual estabelece, em seu Artigo 47, que “No prazo de até doze meses a contar da data de publicação deste Decreto, será obrigatória a acessibilidade nos portais e sítios eletrônicos da administração pública na rede mundial de computadores (internet), para o uso das pessoas portadoras de deficiência visual, garantindo-lhes o pleno acesso às informações disponíveis.”

Mito II.
“Na prática, o número de usuários beneficiados com a acessibilidade é relativamente muito pequeno.”

Realidade: A maioria das pessoas que conhecemos não tem nenhuma deficiência e nunca esteve em nenhuma das situações especiais descritas acima. Mas isso não quer dizer rigorosamente nada a respeito da quantidade dessas pessoas e situações. Por exemplo, quantos tailandeses você conhece que usam a internet? Será que você poderia concluir, então, que são muito poucos os tailandeses que usam a internet? Nossa visão da realidade é sempre distorcida, pois tendemos a nos aproximar e conhecer somente aquilo que nos é semelhante.

Temor oculto: “Esse negócio de acessibilidade é muito investimento para pouco retorno.”

Esclarecimento: Quando tornamos o nosso site acessível, além de atingirmos os usuários da internet que não nos podiam acessar devido às barreiras encontradas, também estamos criando condições para que novas pessoas se animem a usar a internet; ou seja, estamos ampliando o nosso mercado. Além disso, estamos aumentando a visibilidade do site para os buscadores web, pois, assim como as pessoas cegas, eles também só conseguem ler o que está em texto.

Mito III.
“Fazer um site acessível demora e custa caro.”

Realidade: Geralmente, afirmações como esta são proferidas sem nenhuma avaliação prévia. Contudo, só podemos saber se o tempo e o custo do nosso projeto são adequados, se levarmos em conta os benefícios alcançados.

Temor oculto: “Não estarei empregando mal os recursos que tenho, ao fazer acessibilidade? Não vou ficar no prejuízo?”

Esclarecimento: Quebrar todas as escadas de um prédio para colocar rampas e todos os banheiros para torná-los acessíveis vai demandar um tempo e um custo adicionais; mas vai permitir o acesso por muito mais pessoas. Porém, se o prédio fôr projetado com rampas e banheiros acessíveis, o custo e o tempo de construção não serão maiores por isso. O mesmo acontece com os sites. Algumas adaptações são trabalhosas, mas o resultado vale a pena; e quando se trata de um novo projeto, o custo adicional geralmente não existe.

Mito IV.
“É melhor fazer uma página especial para os deficientes visuais.”

Realidade: Isto é melhor para quem? Os webdesigners terão trabalho dobrado, para criação e manutenção de duas páginas. Os deficientes visuais ficarão prejudicados, pois o que invariavelmente acaba acontecendo é que a página deles fica desatualizada. Sem falar naquelas páginas especiais, que já são projetadas com menos funcionalidades do que a das “pessoas normais”. Além disso, o site continuará inacessível para todos os outros tipos de deficiências, necessidades ou situações especiais.

Temor oculto: “A gente não vai conseguir fazer uma página acessível, que seja tão bonita e funcional como a nossa.”

Esclarecimento: A partir de 1998, com a promulgação da Section 508 (lei americana de acessibilidade), as grandes empresas de software começaram a investir em acessibilidade. Atualmente, os recursos de acessibilidade disponíveis já nos permitem criar sites bonitos, funcionais e acessíveis. Obviamente, para se obter um bom resultado, a técnica de acessibilidade, como qualquer outra, precisa ser aprendida.

Mito V.
“Um site acessível a deficientes visuais não é bonito.”

Realidade: Pessoas cegas não têm condições de usufruir da maioria dos atributos visuais de um site. Porém, os elementos que tornam um site esteticamente bonito não atrapalham as pessoas cegas, se forem criados dentro dos padrões de codificação, das diretrizes de acessibilidade e se a página tiver uma boa arquitetura de informação.

Temor oculto: “Só sei fazer sites bonitos usando tecnologias inacessíveis; de fato, não sei exatamente quais são os elementos visuais que atrapalham a acessibilidade. Por isso, quando tenho que fazer um site acessível, faço sempre o arroz com feijão.”

Esclarecimento: Sites acessíveis a deficientes visuais podem ter imagens, fotos, vídeos, gráficos, etc, etc… Basta observar os padrões de codificação e as diretrizes de acessibilidade; e nenhuma delas proibe essas coisas. Os testes com usuários, além de fazerem parte das boas práticas de um projeto, sempre ajudam a desmistificar essa questão.

Mito VI.
“Vamos por partes: primeiro fazemos o site, depois fazemos acessibilidade.”

Realidade: Não dá para fazer tudo ao mesmo tempo, precisamos priorizar. Porém, inaugurar o prédio com escadas e depois quebrar tudo para colocar rampas não é priorização, é desperdício de tempo e recursos. E é exatamente isto que acontece com um site, quando deixamos a acessibilidade para depois. Vamos ter que refazer muita coisa que já poderia ter sido feita com acessibilidade, sem custo adicional.

Temor oculto: “Não vamos conseguir fazer um site acessível, com o tempo, os recursos e a equipe que temos.”

Esclarecimento: Como acontece com qualquer tecnologia, geralmente o primeiro projeto acessível demanda um tempo e um custo maior, porque precisamos de capacitar a equipe. Mas isto acontece apenas no primeiro projeto, além de ser um bom investimento em termos de ampliação do público alvo.

Mito VII.
“A gente sabe o que é bom para o usuário.”

Realidade: A gente aprende muito sobre o usuário com a experiência. Mas a gente só aprende tudo sobre o usuário, se a gente fôr o próprio usuário; ainda assim, agente vai ser apenas um dos vários tipos de usuários possíveis, deixando de fora todos os outros grupos.

Temor oculto: “Não quero expor meu projeto às críticas do usuário.”

Esclarecimento: Quanto mais cedo os usuários puderem dar seus “palpites” no projeto, menos alterações ele precisará depois e mais robusto ele será. Não tenha medo!
Um Grande Equívoco.

Existe uma oitava assertiva, que não é exatamente um mito, nem se refere apenas à acessibilidade. Trata-se de uma convicção equivocada, proveniente da falta de conhecimento da repercussão da web, do seu impacto na vida das pessoas e na forma como a informação é veiculada nos dias de hoje. Apesar de não ser um mito, podemos detectá-la como um pensamento subjacente em quase todos os mitos descritos anteriormente. A assertiva é a seguinte:

“Meu site é direcionado a um público específico; ele não interessa a todos os grupos de usuários.”

Para entendermos onde está o equívoco, precisamos analisar primeiro o que é “público específico” e o que são “grupos de usuários”.

Normalmente, quando falamos que o nosso site se Dirige a um público específico, estamos nos referindo ao conteúdo do site e estamos querendo dizer que tal conteúdo só tem interesse para uma determinada parcela do público em geral. Sabemos, por exemplo, que o público alvo de um site de notícias, ou de um serviço público, é muito diferente do público alvo de um site de tricot, ou de paleontologia. Contudo, isto é muito diferente do conceito de grupos de usuários, utilizado em acessibilidade e em usabilidade. Neste caso, estes grupos não se referem ao conteúdo da informação, mas às características de funcionalidade dos usuários. Muitas destas características foram descritas anteriormente, na análise do Mito I.

O equívoco acontece, quando associamos grupos de interesses a grupos de funcionalidades. A experiência nos mostra que esta associação é muito mais tênue do que parece. Vejamos alguns exemplos:

  • Um homem com baixa visão que entra no site de um fabricante de automóveis, para escolher um modelo para a sua mãe.
  • Uma jóvem surda que entra numa loja virtual de CDs, para escolher um presente para o seu namorado.
  • Um menino de 11 anos que entra num site direcionado à terceira idade, para pegar uma informação para a sua avó.
  • Uma estudante cega que entra numa livraria virtual, para comprar livros que serão escaniados por ela própria e lidos com o seu programa leitor de telas.

Portanto, quando restringimos o acesso do nosso site ao que julgamos serem as características do seu público alvo, estamos, na prática, usando a internet para limitar o nosso público, ao invés de ampliá-lo.

Por: Lêda Spelda
Link: http://acessodigital.net/art_acessibilidade-web-7-mitos-e-um-equivoco.html

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Otimização para sites de busca com técnicas SEO

Descubra como garantir um bom posicionamento do seu site em mecanismos de busca.

Mestre SEO

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Todo mundo que tem um site sonha em aparecer na primeira página de resultados do Google. São milhões de endereços disputando aquelas 10 posições, que são gratuitas e podem gerar milhares de acessos diários para a sua página. Mas… como conseguir isso? O caminho é cheio de variáveis e tem empresas especializadas em estudar, entender e aplicar técnicas para que os buscadores entendam que a sua página tem valor e, por isso, merece destaque. Essas técnicas são chamadas de SEO, Search Engine Optimization. Em português, algo como Otimização para Mecanismo de Busca.

“Quando você pensa em colocar a sua informação na internet, você nem sempre atinge seu usuário diretamente, eles não conhecem você. Então ele vai te procurar em algum lugar, e a maioria das pessoas acaba procurando em buscadores. Já é uma atividade mais realizada do que e-mails ou outras atividades na internet. Então as pessoas vão aos buscadores procurar informações. E você fazendo um trabalho de SEO é você se tornar visível neles (buscadores), porque não é tão simples aparecer neles. Eles fazem muita coisa automática, eles procuram muito conteúdo automaticamente na internet, mas você precisa seguir alguns parâmetros ou recomendações deles para que o seu conteúdo apareça do jeito que você quer, e não simplesmente jogado ou escondido através de algum código”
, detalha o diretor de Tecnologia da Direct Performance, Leonardo Naressi.

Alguns pilares garantem um bom posicionamento e boa quantidade de acessos ao seu site e blog. O primeiro é a programação, que demanda alguns conhecimentos específicos e até mais técnicos. Mas se você utiliza plataformas gratuitas e bem desenvolvidas como o WordPress, por exemplo, essa parte deixa de ser um problema. Existem até mesmo plugins que otimizam ainda mais o seu site. É só adicioná-los e avaliar o resultado. Dê uma olhada neste site aqui, por exemplo. Neste dia, 87,5% dos acessos vieram do Google.

Mas, de nada adianta trazer novos visitantes se eles não se tornarem parte do seu público fiel. Para isso, é imprescindível que o seu conteúdo seja de boa qualidade. Aqui vale uma observaçã procure utilizar palavras-chave nos títulos, na própria URL e também como tags. Os buscadores enxergam estas três áreas de forma diferenciada. Uma outra forma de chamar atenção para os termos mais importantes é colocá-los em negrito.
“Se você trabalho com carros, você vai colocar carros nos lugares certos. Você não vai fazer isso porque você não vai colocar carros em todos os lugares. Se você cartão de crédito, você vai precisar colocar a palavra ‘cartão de crédito’ em algum lugar. Não adianta você fazer um site que não contém essa palavra, então você tem que colocá-la no título, na URL. Não de maneira abusiva, mas de maneira que identifique seu produto para o usuário”, explica Naressi.

Outro detalhe que faz toda a diferença é espalhar o link do seu site ou blog pela web. Os buscadores entendem que quanto mais links apontarem para o seu site, mais você é referência com relação àquele assunto. E já que hoje todo mundo tem redes sociais, aí está uma boa forma de começar. Aponte o seu site no Orkut, Facebook, Twitter. Deixe comentários em blogs com temática parecida. Tudo isso ajuda a trazer mais visitantes e a dar credibilidade ao seu site junto aos buscadores.
“Isso em popularidade é muito importante para os buscadores, e talvez seja um dos maiores fatores de ranking de diferenciação de posicionamente você ter bons parceiros apontando para você, e seu conteúdo ser linkado em outros sites”, finaliza o diretor.

Quer alavancar acessos para o seu site ou blog? Então acesse agora, no início do texto, a lista de links que tratam este assunto com mais profundidade. Preste atenção nas dicas e garanta o seu crescimento no mundo online.

Fonte: Olhar Digital

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Hora do Planeta

No sábado, 27 de março, entre 20h30 e 21h30 (hora de Brasília), o Brasil participa oficialmente da Hora do Planeta. Das moradias mais simples aos maiores monumentos, as luzes serão apagadas por uma hora, para mostrar aos líderes mundiais nossa preocupação com o aquecimento global.

Hora do Planeta

Hora do Planeta


A Hora do Planeta começou em 2007, apenas em Sidney, na Austrália. Em 2008, 371 cidades participaram. No ano passado, quando o Brasil participou pela primeira vez, o movimento superou todas as expectativas. Centenas de milhões de pessoas em mais de 4 mil cidades de 88 países apagaram as luzes. Monumentos e locais simbólicos, como a Torre Eiffel, o Coliseu e a Times Square, além do Cristo Redentor, o Congresso Nacional e outros ficaram uma hora no escuro. Além disso, artistas, atletas e apresentadores famosos ajudaram voluntariamente na campanha de mobilização. Clique aqui e veja a lista de quem já aderiu.

Em 2010, com a sua participação, vamos fazer uma Hora do Planeta ainda mais fantástica!
Existem diversas formas de participação. A primeira delas é se cadastrar. Clique aqui e informe os dados necessários. É bem rápido. O cadastro dos participantes é a principal maneira que temos de avaliar quantas pessoas apagaram as luzes. Os participantes brasileiros serão somados com os de outros países, formando uma grande corrente pelo futuro do planeta. Os nomes das empresas cadastradas vão aparecer na página Quem Já aderiu. Clique aqui e veja a lista de quem já aderiu.

O próximo passo é espalhar a mensagem da Hora do Planeta para o maior número possível de pessoas. Convide familiares, amigos, colegas e membros da sua comunidade para participarem também.

Se você utiliza as mídias sociais, como Orkut, Twitter, Youtube e Facebook, use essas ferramentas para falar com os seus amigos. Publique as notícias sobre a Hora do Planeta produzidas pelo WWF-Brasil. Dê o link para vídeos e fotos sobre o movimento postados na internet.

Saiba o que acontece no mundo inteiro na Hora do Planeta. Clique aqui ou acesse http://www.earthhour.org.

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