Arquivo do mês: agosto 2010

Raio-X para links duvidosos

Links encurtados, produzidos por sites como Tiny.url, Bit.ly ou Encurtador UOL, são práticos e garantem também uma formatação “higiênica” em e-mails e tuitadas. Mas eles também podem esconder sites mal intencionados se “caírem nas mãos erradas”, levando pelo “mau caminho” nesse mundo cheio de tragédias conhecido como internet.

Url X-Ray

Url X-Ray

Se você recebeu um link encurtado e desconfia do que esteja por trás dele, pode usar sites que decifram o conteúdo, dando uma prévia de onde você vai parar se clicar no link.

Uma dessas ferramentas é o PrevURL, que não funcionou muito bem nos testes aqui, além de trazer propagandas incômodas.

Quem se deu melhor, por enquanto, foi o URL X-ray, que faz um “raio-X” da URL curta que você tiver em mãos. Você cola o endereço, clica no botão X-ray e recebe um relatório como na imagem acima: o endereço curto e, abaixo, o endereço real. Falta, porém, uma imagem miniatura do endereço de destino para deixar o relatório um pouco mais completo.

Fonte: Blog UOL Tecnologia

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9 Dicas Para Remover Uma Punição Do Google

As punições distribuídas pelo Google não possuem aviso prévio e, geralmente, só são detectadas quando notamos uma drástica queda no volume de acessos dos sites punidos ou em suas conversões, como cadastros, vendas, downloads, etc.

Punição do Google

Punição do Google

Caso você possua um site nesta situação, uma tentativa de fazer o Google reavaliá-lo quanto à punição é submeter um pedido de reconsideração via ferramenta Google Webmaster Tools. Porém, antes de enviar o pedido, é indispensável que você deixe seu site  limpo e preparado, isto é, encontrar e eliminar o motivo da punição. A seguir, listamos alguns pontos importantes a serem considerados:

  1. Cheque sua conta na ferramenta de webmaster do Google (Google Webmaster Tool) para ver se existe algum tipo de alerta ou erro de rastreamento.
  2. Confira seu servidor para se assegurar de que não houve ataque de hackers.
  3. Reveja o seu robots.txt. A melhor opção é adicionar um se você não tiver, assim, estará do lado mais seguro.
  4. Verifique se existe algum imprevisto (negativo) nos seus backlinks: Tanto imprevistos de aumento quando imprevisto de diminuição nos backlinks podem parecer fora do normal.
  5. Cheque a saída de links do seu site (sugestão: Xenu Link Sleuth).
  6. Veja se todas as suas páginas retornam corretamente o status de resposta de cabeçalho.
  7. Análise as mudanças recentes de otimização on-page feitas no seu site.
  8. Reveja a geração de conteúdo por usuários (para links apontando para sites inconvenientes/sem valor ou vocabulário impróprio).
  9. Tente navegar pelo seu site simulando o user-agent Googlebot. Uma opção é utilizar o plugin para Firefox User Agent Switcher.
Algo mais que você queira saber ou sugerir? Por favor deixe seu comentário!
Fonte: SEO Master

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Novo Fator de Rankeamento no Google: Velocidade de Carregamento

Agora é oficial: a velocidade de um site é fator para rankeamento no Google. Parece que o lobby feito por Matt Cutts em sua apresentação no último PubCon deu resultado: o Google anunciou sexta-feira passada que a velocidade de carregamento de uma página é mais um dos cerca de 200 fatores que determinam os rankings dos resultados em seu sistema de buscas.

Velocidade na Internet como fator de posicionamento no Google

Apesar de Matt Cutts e o próprio Google dizerem que esta mudança vai afetar menos do que 1% dos rankings atuais, ambos aconselham fortemente trabalhar para reduzir o tempo de carregamento das páginas de seu site – e nós também. Os motivos?

  • Aumento de Pageviews
  • Maior Conversão
  • Melhora da experiência do usuário no site
  • Redução de custos operacionais

Ou seja, torne seu site mais rápido, deixe seu usuário mais feliz e obtenha mais conversões (vendas, downloads, cadastros, etc.).

No post do anúncio oficial, o Google recomenda algumas ferramentas gratuitas para ajudar webmasters a reduzir o tempo de carregamento de seus sites. Segue a lista:

A velocidade de carregamento não é um fator tão importante como outros realmente relevantes, tanto é que somente vai influenciar no posicionamento de uma porção bem pequena dos resultados das pesquisas. Portanto, conforme o próprio Matt disse, não há motivo para pânico – ainda mais para nós brasileiros, já que esta novidade será implementada inicialmente apenas no google.com e para buscas em inglês.

Hoje, o tempo de carregamento de um site não tem influencia significativa em seus rankings. Mas e no futuro? Será que uma página que demore por volta de 10s para abrir vai ser “penalizada” por uma empresa que considera velocidade na web um fator muito importante para seus produtos e pesquisa por isso constantemente? Essa resposta somente o tempo irá nos dizer, porém fica a mensagem (ou dica) do Matt Cutts: “a faster web is better for all” (em Português: uma Internet mais rápida é melhor para todos).

E você, o que acha a respeito disso? Também utilizaria o tempo de carregamento como fator para determinar os rankings de seu mecanismo de busca?

Fonte: SEO Master

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Sites de Vetores Grátis

Listei sites bem legais que disponibilizam para download vetores totalmente grátis. Se divirtam e usem com moderação. Coisa mais chata é você ver o mesmo vetor em mil trabalhos diferentes.

Outros:

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Modelos de conteúdo no HTML5

Este texto faz parte do capítulo 4 da apostila e guia de referência de HTML5.

Há pequenas regras básicas que nós já conhecemos e que estão no HTML desde o início. Estas regras definem onde os elementos podem ou não estar. Se eles podem ser filhos ou pais de outros elementos e quais os seus comportamentos.

Dentre todas as categorias de modelos de conteúdo, existem dois tipos de elementos: elementos de linha e de bloco.
Os elementos de linha marcam, na sua maioria das vezes, texto. Alguns exemplos: a, strong, em, img, input, abbr, span.

Os elementos de blocos são como caixas, que dividem o conteúdo nas seções do layout.

Abaixo segue algumas premissas que você precisa relembrar e conhecer:

  • Os elementos de linha podem conter outros elementos de linha, dependendo da categoria que ele se encontra. Por exemplo: o elemento a não pode conter o elemento label.
  • Os elementos de linha nunca podem conter elementos de bloco.
  • Elementos de bloco sempre podem conter elementos de linha.
  • Elementos de bloco podem conter elementos de bloco, dependendo da categoria que ele se encontra. Por exemplo, um parágrafo não pode conter um DIV. Mas o contrário é possível.

Estes dois grandes grupos podem ser divididos em categorias. Estas categorias dizem qual modelo de conteúdo o elemento trabalha e como pode ser seu comportamento.

Categorias

Cada elemento no HTML pode ou não fazer parte de um grupo de elementos com características similares. As categorias estão a seguir. Manteremos os nomes das categorias em inglês para que haja um melhor entendimento:

  • Metadata content
  • Flow content
  • Sectioning content
  • Heading content
  • Phrasing content
  • Embedded content
  • Interactive content

Abaixo segue como as categorias estão relacionadas de acordo com o WHATWG:

Sectioning content, heading content, phrasing content, and<br />   embedded content are all types of flow content. Embedded content is<br />   also a type of phrasing content.

Metadata content

Os elementos que compõe a categoria Metadata são:

  • base
  • command
  • link
  • meta
  • noscript
  • script
  • style
  • title

Este conteúdo vem antes da apresentação, formando uma relação com o documento e seu conteúdo com outros documentos que distribuem informação por outros meios.

Flow content

A maioria dos elementos utilizados no body e aplicações são categorizados como Flow Content. São eles:

  • a
  • abbr
  • address
  • area (se for um decendente de um elemento de mapa)
  • article
  • aside
  • audio
  • b
  • bdo
  • blockquote
  • br
  • button
  • canvas
  • cite
  • code
  • command
  • datalist
  • del
  • details
  • dfn
  • div
  • dl
  • em
  • embed
  • fieldset
  • figure
  • footer
  • form
  • h1
  • h2
  • h3
  • h4
  • h5
  • h6
  • header
  • hgroup
  • hr
  • i
  • iframe
  • img
  • input
  • ins
  • kbd
  • keygen
  • label
  • link (Se o atributo itemprop for utilizado)
  • map
  • mark
  • math
  • menu
  • meta (Se o atributo itemprop for utilizado)
  • meter
  • nav
  • noscript
  • object
  • ol
  • output
  • p
  • pre
  • progress
  • q
  • ruby
  • samp
  • script
  • section
  • select
  • small
  • span
  • strong
  • style (Se o atributo scoped for utilizado)
  • sub
  • sup
  • svg
  • table
  • textarea
  • time
  • ul
  • var
  • video
  • wbr
  • Text

Por via de regra, elementos que seu modelo de conteúdo permitem inserir qualquer elemento que se encaixa no Flow Content, devem ter pelo menos um descendente de texto ou um elemento descendente que faça parte da categoria embedded.

Fonte: http://www.tableless.com.br

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